terça-feira, 17 de novembro de 2009

Bordas

BORDA DO POOH



BORDA DA FANIQUITA




BORDA DE PASSARINHOS

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

RESENHA: Reinventando relações entre seres humanos e natureza nos espaços de educação infantil

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Reinventando relações entre seres humanos e natureza nos espaços de educação infantil, de Léa Tiriba. Sensível à necessidade de produção de novas relações dos seres humanos entre si e com a natureza, este texto traz reflexões sobre os sentidos e compromissos fundamentais do trabalho em creches e pré-escolas. Sua intenção é contribuir para instituição de novas formas de viver, sentir e pensar a vida na Terra. O presente artigo está dividido em cinco tópicos relevantes voltados para a formação de pessoas íntegras, solidárias e comprometida com a manutenção da vida no planeta, reflexão inata sobre a diversidade ambiental e as relações humanas com o ambiente.
O texto apresenta reflexão sobre as condições ambientais do planeta, compreender suas origens e criar estratégias de intervenção em espaços formais e não formais de educação. Oferecer conhecimentos teóricos e práticos relativos às questões ambientais e quanto à metodologia de trabalho com as crianças, visando a sua mobilização em torno de ações que impliquem, já, em mudanças no estilo atual de viver e pensar a vida.
Como integrantes de grupos sócio – culturais singulares, vivenciam experiências e interagem num contexto de conceitos, valores, idéias, objetos e representações sobre os mais diversos temas que têm acesso na vida cotidiana, construindo um conjunto de conhecimentos sobre o mundo que as cerca.
A autora enfatiza que creches e pré-escolas são espaços privilegiados para aprender-ensinar porque nesses locais as crianças colhem suas primeiras sensações, suas primeiras impressões do viver. Assim, interessado na produção de potência, pode se pensar as Instituições de Educação Infantil como espaços de vivência do que é bom, do que alegra e, frente aos desafios da vida nos faz mais potentes são estas instituições responsáveis pelo resgate de valores perdidos ao longo da evolução filosófica e cotidiana de nossa sociedade.
Segundo a educadora, se há necessidade de formar pessoas que respeitem a natureza, desfrutar da vida ao ar livre não pode ser uma opção de cada professora ou escola, mas direito da criança e imperativo pedagógico. É necessário estabelecer rotinas que não fragmentem o sentir e o pensar, que estejam atentas às vontades do corpo, que não aprisionem os movimentos e ajudem as crianças a expressar “a dança de cada um”, seu “jeito de ser”.
As crianças da educação infantil precisam viver de forma interessante, satisfatória e alegre as primeiras experiências de suas vidas, a educadora conclui ainda que, para desconstruir velhas rotinas e inventar outras, as instituições de educação infantil devem assumir desafios de uma educação ambiental que visem:
Resgatar, no melhor de nossas tradições culturais, elementos - das culturas negras, indígenas e de outras etnias que compõem a nação brasileira – que ajudem a inventar novos modos de viver, sentir e pensar a vida sobre a Terra.
Reinventar as relações com o corpo, com o tempo que passa, com os mistérios da vida e da morte, em movimentos de encontro de cada um consigo mesmo, de fortalecimento da integridade de corpo-espírito-razão-emoção.
Estar atenta às concepções e práticas de trabalho que reproduzem o divórcio entre corpo e mente, hiper valorizam o intelecto e faz do corpo simples objeto de controle da mente.
Pensar um novo modo de funcionamento escolar que, por respeitar ritmos e interesses infantis, permita à criança aprender a respeitar as vontades do corpo; isto significa atentar para as rotinas de sono, alimentação e controle de esfíncteres; a processos de inserção e acolhimento, modeladores de ritmos afetivo-corporais que repercutem em sua ecologia pessoal.
Ampliar os espaços e os tempos de movimentarem-se livremente, assim como de relaxar, meditar, estar atento à respiração, melhorar a alimentação, cuidar da postura.
Mexer numa rotina de trabalho que supervaloriza os espaços fechados das salas aula, os materiais industrializados e propiciar às crianças contato cotidiano e íntimo com a terra, com a água, com o ar, de tal maneira que sejam percebidos e respeitados como fontes fundamentais de vida e de energia.
Incorporar à rotina as atividades de semear, plantar, cuidar e colher alimentos e outros vegetais; do mesmo modo, assumir cozinhas, hortas, marcenarias, oficinas de produção e conserto de brinquedos como privilegiados espaços educacionais, onde também se aprendem matemáticas, ciências sociais e naturais, língua portuguesa.
Promover encontros festivos que possam compartilhar alimentos, música, projetos favorecedores de sentimentos de amizade, companheirismo e solidariedade. Estes são sentimentos que precisam ser aprendidos e exercitados no cotidiano, conteúdos que precisam ser introduzidos no planejamento de trabalho da escola.
Questionar e combater as práticas consumistas e a onipresença dos meios de comunicação na vida das crianças, abrir espaço e incentivar as trocas humanas que se dão por meio da narrativa, da brincadeira e da produção artística.
Transformar as relações e interações com a natureza, questionar os conceitos de conhecimento e de trabalho que estas interações asseguram; denunciar e rejeitar propostas curriculares que propõem conhecimento intelectual, descritivo, que faz da natureza simples objeto de estudo.
Investir na construção coletiva de propostas pedagógicas que visem uma integração mais ampla e possibilitem o desfrute, a admiração e a reverência da natureza como fonte primeira, fundamental à reprodução da vida, e não como simples colônia, domínio de explorações humanas.
Os elementos mais importantes para se resgatar hoje em dia são a re-aproximação da natureza e o resgate do lúdico e do grupo. Trata-se de educar crianças numa sociedade em processo de decadência e grandes rupturas, em que estas crianças estarão cuidando de nosso grande lar comum em futuro próximo. Precisamos resgatar o respeito à natureza é o melhor espaço para se obter este olhar ao redor, pois ali estão presentes tanto nossos pares em espécie quanto dos outros habitantes desta casa. Poderemos então mexer com sensações esquecidas como a audição, o tato, o olfato, pois hoje em dia nossa sociedade é basicamente visual: outdoor e televisão empurrando em nossas mentes. Ao se fazer uma trilha em uma floresta ou simplesmente levando as crianças a alguma área verde já conseguimos mexer muito com elas, pois as tiramos de seu habitat comum, a urbes, e as inserimos, momentaneamente, em um espaço diferente.
Os alunos refletem e gradativamente tomam consciência do mundo de diferentes maneiras em cada etapa do seu desenvolvimento. As transformações que ocorrem em seu pensamento se dão simultaneamente ao desenvolvimento da linguagem e de suas capacidades de expressão. Á medida que crescem se deparam com fenômenos, fatos e objetos do mundo; perguntam, reúnem informações, organizam explicações e arriscam respostas; ocorrem mudanças fundamentais no seu modo de conceber a natureza e a cultura.
É um artigo aprazível e importantíssimo para os professores da escola de educação infantil em plano de discussão este artigo serve de reflexão para o ensino das ciências naturais e sociais dentro do campo escolar com um todo, sendo por sua relevância instrumento útil aos professores que estimam ofertar boas experiências articulada de forma integrada nos conceitos e procedimentos pedagógicos sustentáveis.
Léa Tiriba é graduada em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1974), mestrado em Educação pela Fundação Getúlio Vargas (1988) e doutorado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2005). É Professora do Departamento de Educação e do Curso de Especialização de Educação Infantil da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, além de coordenandora do Setor de Educação Ambiental do NIMA(Núcleo interdisciplinar de Meio Ambiente da PUC-Rio) É animadora da "rede humanidade criança", que articula educadores-escritores dedicados à socialização de experiências educacionais sustentáveis, isto é, comprometidas com a qualificação da vida no plano das ecologias pessoal, social e ambiental . É membro do Movimento Interfóruns de Educação infantil (MIEIB) e atua como consultora e assessora de redes públicas e conveniadas de Educação Infantil, órgãos da administração pública e organizações não governamentais voltados para a educação das crianças de 0 até 6 anos. Atua especialmente nos seguintes campos: educação infantil, formação de professores, formulação de políticas pública, meio ambiente e educação popular.

O PROFESSOR PESQUISADOR



A segurança da autoridade docente está assegurada pela sua competência. Compete ao educador estar sempre aprimorando seus conhecimentos para ter a convicção do que está passando para sua prática docente. Se o professor não estiver sempre inovando seu projeto curricular não terá força moral para coordenar suas atividades de sua classe. Mais do que qualquer outra profissão a educação exige um trabalho de pesquisa constante e ininterrupto, o tipo de trabalho que não termina nunca. Sem a pesquisa o trabalho docente fica seriamente comprometido, haja vista que é através da pesquisa que encontramos o caminho promissor para criar uma nova postura frente ao grande desafio da busca pelo conhecimento.
O professor que adota uma postura critica frente aos conteúdos que pretende trabalhar com seus alunos está articulando seu currículo a favor da aprendizagem e não restringindo seu trabalho ao mero repasse de informações. Durante muito tempo e, infelizmente ainda hoje, muitos professores acabam por assumir uma postura neutra em relação ao conteúdo a ser estudado com seus alunos, o que por sua vez, acaba sendo responsável pelo desinteresse dos alunos em estudar determinado assunto. Tudo na vida precisa fazer sentido, quando não encontramos sentido no que estamos fazendo, automaticamente perdemos o interesse e ficamos desmotivados. Do mesmo modo alunos e professores precisam encontrar sentido no que fazem.
O planejamento docente pautado numa base curricular inteligente e flexível serve de aliado ao professor na hora de elaborar seu trabalho. A pesquisa é, portanto, o caminho através do qual o professor irá percorrer a investigação, a argumentação, a dúvida, o questionamento e, conseqüentemente, o lugar onde ele encontrará importantes respostas.
Pesquisar significa, portanto, a aliança entre o professor e a sua prática pedagógica. Cabe ao professor o comprometimento com seu papel, despindo-se da postura autoritária e detentora do conhecimento e trabalhando com os alunos como uma equipe, companheiros de trabalho em busca do conhecimento. A realização de pesquisas encontra nos espaços pedagógicos o ambiente perfeito para sua realização, haja vista que o espaço pedagógico reúne alunos e professores na busca pelo saber. O ambiente escolar definindo-o como sendo um lugar privilegiado, nela se encontram professores e alunos que participam de ambientes sociais diversificados que necessitam estabelecer uma convivência.
O professor em parceria com seus alunos pode criar um espaço altamente producente na elaboração de projetos e de pesquisa. Abordando questões pertinentes ao contexto da turma, investigando “com os alunos” temas de interesse, levantando problemas e questionamentos a serem resolvidos. Este tipo trabalho instiga a curiosidade e o interesse do aluno, a partir do momento, que o aluno encontra sentido no processo educativo, ele passa a interagir e participar efetivamente das aulas. Desenvolver projetos com os alunos torna-se uma prática indispensável na educação, frente aos avanços da tecnologia, ao dinamismo oferecido pela internet, a rapidez e instantaneidade das informações, o professor necessita otimizar seu trabalho em sala de aula.
O planejamento deve ser uma prática constante nas atividades do professor, pois através do planejamento é possível estabelecer de maneira mais precisa e consciente os objetivos a serem atingidos, lembrando que não há pesquisa nem projeto se não haver planejamento. Planejar deve ser, portanto, a linha mestra das ações metodológicas desenvolvidas pelo professor na sua prática pedagógica.

A MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL



A linguagem da música parece ter estado sempre presente na vida dos seres humanos e há muito faz parte da educação de crianças e adultos. Para uma visão cognitivista, o conhecimento musical se inicia por meio da interação com o ambiente, através de experiências concretas, que aos poucos levam à abstração. A criança se envolve integralmente com a música e a modifica constantemente, transformando-a, pouco a pouco numa resposta estruturada. A música é responsável por uma diversidade de pontos positivos, se usada de forma correta, contribui visivelmente na educação e desenvolvimento infantil.
A música é compreendida como uma das linguagens da Arte, tem seu ensino na educação infantil como fator fundamental para elucidar o desenvolvimento integral da criança por meio da musicalização, sendo assim a música deve está na escola como mais um componente formador do sujeito, que desenvolve uma vivência de conhecimento musical através da apreensão de instrumentos perceptíveis, pois é na interação que se estabelece à construção do repertório musical, permitindo a comunicação por meio dos sons.
A musicalidade se manifesta dentro e fora da escola, por isso, a importância de proporcionar a esse processo um toque distinto por meio de atividades lúdicas como as canções, jogos, pequenas danças, exercícios de movimentos, que ocorram de forma integrada com apreciação musical. A música ajudará muito na perspectiva da socialização, por isso a música deve ser explorada em sua totalidade, com atividades que despertem o seu gosto, pois o mesmo contribui com um variado suporte de abordagem, como por exemplo: jogos de movimento, a escuta ativa, que habilita a criança distinguir e classificar os sons que podem ser naturais e culturais. Quando se adere a esta abordagem visa suprir a defasagem entre o trabalho da música e das demais áreas do conhecimento por meio de procedimentos repensados, que incuti o papel da música na sociedade moderna, portanto abri-se uma gama de possibilidades para um trabalho ativo, prazeroso e construtivo dos parâmetros do som: altura, duração, intensidade e timbre. Nesse aspecto outro evento de suma relevância é a construção de instrumentos musicais não convencionais, produzidos com sucatas, que enriquece a composição musical das crianças.
Quando criança cantava músicas como, o cravo e a rosa, o sapo não lava o pé, Pombinha Branca, brincava muito de brincadeiras de roda, pega-pega, esconde-esconde, gata-cega, amarelinha, escolinha, casinha e passa anel. As canções sempre associadas às brincadeiras o uso da música em sala de aula dependendo do decorrer das aulas às vezes com freqüência para apresentações, em atividades lúdicas e para começar a aula e no final da aula, onde este conhecimento abstrato por meio da música estimula o pensamento, a ordenação do espaço e tempo, refletindo os conteúdos históricos, sociais e políticos do mundo que a criança desvenda por meio da voz, da audição, dos movimentos nas brincadeiras, que concede suporte dinâmico às construções cognitivas que o trabalho com a música gera. Ao analisar as entrevistas percebe-se que toda elucida elemento chaves da música aliada ao ensino escolar, sendo assim tem-se na música um excelente caminho para ajudar o professor na rotina prazerosa e gratificante de preparar as crianças para ingressarem com alegria e segurança no maravilhoso mundo do conhecimento.
As emoções e sentimento da linguagem musical são visualizados no relato, dos professores que as músicas que ouvia e cantava na infância era música infantil como: atirei o pau no gato, ciranda cirandinha, roda cutia, cadê a margarida. Que aprenderam com os professores e colegas na escola, entre amigos e familiares em casa. Desenvolver a musicalidade da criança é algo muito importante, pois a música tem uma presença marcante na vida de todos.
Além da importância cultural das cantigas de roda, ela ainda desenvolve o senso de coletividade e socialização. As crianças interagem, aprendem, ritmo, som, melodia, harmonia. A música deve estar mais presente nas escolas, pois é uma parte da cultura que não pode ser perdida e um jeito lúdico de fazer a criança aprender por meio da música, ajudando no seu desenvolvimento lingüístico e sócio-afetivo.
A música além de contribuir para deixar o ambiente escolar mais alegre, podendo ser usada para proporcionar uma atmosfera mais receptiva à chegada dos alunos, oferecendo um efeito calmante após períodos de atividade física e reduzindo a tensão em momentos de avaliação, a música também pode ser usada como um recurso no aprendizado de diversas disciplinas.

A CONSTRUÇÃO DO CIDADÃO CRÍTICO



A escola deve, portanto assumir explicitamente o compromisso de educar os seus alunos dentro dos princípios democráticos.
A reflexão crítica sobre os fundamentos e princípios democráticos de exercício do poder favorece a ampliação da participação política e a afirmação da dignidade humana, porém a escola deverá estar voltada para a formação de cidadãos críticos, pois vivemos numa era marcada pela competição.
Se entendida como apenas mais um meio social que vincula valores na vida das pessoas que por elas passam, a escola encontra seu limite na legitimidade que cada um dos indivíduos e a própria sociedade conferir a ela.
Se entendida como espaço de práticas sociais em que os alunos não apenas entram em contato com valores determinados, mas também aprendam a estabelecer hierarquia entre valores, ampliam sua capacidade de julgamento e a consciência de como realizar suas escolhas ampliam – se as possibilidades de atuação da escola na formação moral já que se preocupa com uma formação ética para a formação de uma consciência moral reflexiva cada vez mais autônoma.
É muito importantes, também, que os alunos aprendam sobre o processo histórico e político em que foram elaborados, sobre as lutas e os movimentos que os produziram, para que compreendam que são muitas vezes contraditórios e devem ser modificados.
Neste aspecto, a escola deve ser vista como lugar onde se aprende a pensar independentemente de classe social, valorizando assim, a democracia como sistema político que permite a criação de novos direitos e deveres, no qual o confronto político pode possibilitar o avanço da justiça social.
Torna-se extremamente necessário construir projeto político-pedagógico, tendo como proposta uma educação para a vida, voltada para o respeito ao outro, para o diálogo democrático, o espírito investigativo, tornando aluno e professor pesquisadores, a partir da diversidade de saberes, criando condições para a aquisição do pensamento crítico, reflexivo no contexto social a qual estão inseridos.
A discussão sabre ética necessita ser constantemente contemplada e acompanhar de perto o trabalho que se faz com os alunos uma vez que se trata de uma proposta nova como processo sistemático e explícito necessitando aprofundamento, leituras e discussões levando situações a serem experimentada com os alunos.
Para garantir a existência da liberdade, os alunos devem ser capazes de formular opções que levem em consideração sua satisfação, tendo consciência de contemplar simultaneamente necessidades e desejos dos que estão à sua volta.
A partilha de deveres e poderes, que pressupõem a criação de um espaço de superação do individualismo e de possibilidade de definição de regras e normas de comportamento com a participação de todos e levando-se em conta a felicidade.

A INSTITUIÇÃO ESCOLAR E SOCIEDADE



A educação é por natureza social e tem a função de desenvolver as competências e capacidades necessárias para preservar a sociedade. Vê a sociedade como um todo e não da importância as ações dos membros individuais. Durkheim atribui à educação duas funções simultâneas, a de homogeneizar e a de diferenciar. Afirma, que a sociedade só se poderá perpetuar se renovar continuamente às condições da sua própria existência, e que essa renovação é feita através da educação, em que as gerações adultas atuam sobre as mais jovens. Homogeneíza transmitindo valores e normas básicas e comuns; diferencia especializando para as diversas tarefas no mundo do trabalho. Durkheim vê a educação essencialmente tendo como função à integração e a conservação.
A concepção da sociologia de Durkheim se baseia em uma teoria do fato social. Seu objetivo é demonstrar que pode e deve existir uma sociologia objetiva e científica, conforme o modelo das outras ciências, tendo por objeto o fato social. Ele desejava que a sociologia tivesse um objeto específico que a distinguisse das outras ciências, que pudesse ser observado e explicado assim como o objeto das outras ciências.
O processo do conhecimento científico é ele próprio um fato humano, histórico e social; isso implica, ao se estudar a vida humana, a identidade parcial entre o sujeito e o objeto do conhecimento. Fatos sociais são as maneiras de agir, de pensar e de sentir exteriores ao indivíduo e dotadas de um poder coercitivo sobre os indivíduos. Essa maneira forma a consciência coletiva que é a soma de todas as consciências sociais, ou seja, é criada a partir de como a sociedade percebe a si mesma e ao mundo. ”Fato social é toda maneira de fazer, fixada ou não, suscetível de exercer sobre o indivíduo uma coerção exterior: ou então, que é geral do âmbito de uma dada sociedade tendo, ao mesmo tempo uma existência própria, independente das suas manifestações individuais”. Pode ser representada pelo direito, pelas instituições, as crenças, tudo que tem igualmente como característica o fato de serem exteriores aos indivíduos e de se imporem sobre todos.
Inicialmente, o objetivo da educação é possibilitar à pessoa um acesso consciente à cultura nas suas diversas manifestações, o que permite desenvolver uma compreensão abrangente do mundo e da sua própria posição. Deve habilitar os indivíduos para poderem agir de forma auto determinada e para a cooperação na sociedade. Nesta perspectiva a educação é sempre educação da cultura geral, com um forte significado social, e vai para além da suas pretensões básicas que são a aprendizagem e o conhecimento. Hoje a educação torna-se cada vez mais uma educação parcial, e obtêm o caráter de um produto do ponto de vista da economia do mercado.
Essa socialização é um processo de aprendizagem, os indivíduos das novas gerações interiorizam e integram os valores e as normas da sociedade. Aprendem as condutas, aprendem a adaptar-se e a integrar-se na sociedade. Adaptação social significa a conformação a normas exteriores incluindo a capacidade de criar novas situações, onde o indivíduo possa existir. Entende-se por adaptação social os mecanismos através dos quais o indivíduo se torna apto a pertencer a um grupo. Integração social designa os mecanismos através dos quais a sociedade recebe um novo membro.
Os que participam dos mesmos grupos e da mesma sociedade compartilham valores, crenças e normas coletivas que os mantém integrados. Um sociedade somente pode funcionar se tais valores, crenças e normas constrangem as atitudes e os comportamentos individuais provocando uma solidariedade básica, que orienta as ações dos indivíduos. Durkheim usa a expresssão “consciência coletiva” para expressar essa solidariedade comum que molda as consciências individuais. A família, o trabalho, os sindicatos, a educação, a religião, o controle social e até a punição do crime são alguns mecanismos que criam e mantêm viva a integração e a partilha da consciência coletiva. Os processos de socialização e internalização individual são responsáveis pela aquisição por parte dos indivíduos de valoes, crenças e normas sociais que mantêm os grupos e as sociedades integrados. O controle social reforça o domínio da sociedade sobre os indivíduos.

O TRABALHO DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

INTRODUÇÃO


Considerando-se as especificidades afetivas, emocionais, sociais e cognitivas das crianças de zero a seis anos, a qualidade das experiências oferecidas que podem contribuir para o exercício da cidadania devem estar embasadas no respeito à dignidade e aos direitos das crianças, consideradas em todas as suas diferenças, identificando no simples ato de brincar, uma forma de expressão, pensamento e comunicação, bem como seu acesso aos bens sócio cultural disponível ampliando o desenvolvimento das capacidades relativas à expressão, pensamento, interação social, ética, estética, comunicação, socialização, atendimento aos cuidados essenciais associados à sobrevivência e ao desenvolvimento de sua identidade, pois ela tem direito, antes de tudo, de viver experiências prazerosas nas instituições.


O TRABALHO DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL


Pensar em Educação Infantil pressupõe analisar que tipo de trabalho se pretende desenvolver nas creches e pré-escolas. Estas devem ser por excelência, espaços constituídos a partir da própria criança e de suas experiências e de seu meio social. Neste sentido, a proposta pedagógica desenvolvida precisa estar voltada à formação integral dos pequenos. Para isso eles devem ser concebidos como seres históricos e sociais, construtores de conhecimento e cultura e que estão em constante evolução.
A infância é a fase da vida em que mais se aprende. Neste período, quanto maior forem os estímulos, melhores serão os resultados obtidos na formação cognitiva social e emocional das crianças. Portanto é preciso que se promovam, nas instituições de Educação Infantil, momentos de constantes aprendizagens, para que as crianças possam brincar, se socializar, trocar experiências entre si e os adultos construírem seus próprios conhecimentos e refletirem de maneira crítica sobre tudo o que vivenciam.
Uma das melhores ferramentas de ensino usadas pelos educadores é a brincadeira, seja ela espontânea, sem intervenção, ou dirigidos com objetivos pré-definidos. Tendo em vista que a educação e a ludicidade ocupam o mesmo espaço nas creches e pré-escolas, cabe ao educador proporcionar às crianças momentos de ensino e diversão as quais estarão interagindo com as demais, ampliando sua capacidade socializadora, desenvolvendo a imaginação e, também obtendo maior coordenação motora.
A criança não chega até a escola sem seus conhecimentos. Ela traz consigo um vasto repertório de experiências e informações advindo de suas interações com os membros de sua família. Neste sentido, o educador precisa considerar o senso comum e utilizá-lo como o ponto de partida para a exploração, a descoberta e a conseqüente ampliação do repertório de conhecimento da criança. Vale lembrar que as práticas pedagógicas destinadas às crianças devem estar sempre em consonância com a realidade das mesmas. Por isso o trabalho docente deve considerar as manifestações culturais, trazidas pela criança, bem como o meio social em que ela está inserida.
Esta postura valoriza cada indivíduo em suas peculiaridades e acaba por fomentar nele o respeito e a consideração pelo outro, além de propiciar uma aprendizagem significativa e, portanto não alienada do contexto da criança. Desenvolver um trabalho realmente significativo na Educação Infantil implica em uma série de considerações que o educador precisa fazer a cerca dos temas a serem trabalhados com as crianças. Ele deve atentar-se para o que ocorre fora da sala de aula e conhecer os interesses e as necessidades de sua clientela.
Desta forma, faz-se de suma importância uma proposta de ação pedagógica que tenha como temas geradores à família, as diferenças sociais e o trabalho, atentando sempre para os objetivos a serem alcançados. Assim, a Educação Infantil, apesar de não ser valorizada por algumas pessoas, geralmente pais das crianças que freqüentam creches, é a primeira e a mais importante fase da educação. Neste início da vida escolar, as crianças entram em contato com um universo profundamente marcado por sua função educativa, que contribui para a sua formação integral enquanto aluno e cidadão de direitos e deveres.
Neste cenário, o educador assume um papel de grande importância e responsabilidade, pois representa o guia que orienta a criança em suas buscas e descobertas. Além de ser o maior exemplo de cidadão honrado e ético, detentor de princípios moral e boa conduta, o educador deve fazer com que a criança se sinta protegida em um ambiente repleto de afeto e carinho, potencializando os resultados do ensino e da aprendizagem.
O educador precisa ter em mente seus objetivos, a fim de avaliar as atividades que ele planeja e as suas próprias atitudes, observando se elas atendem o desenvolvimento dessas crianças de acordo com suas faixas etárias. Deve atuar de maneira extremamente próxima às crianças, lembrando que na educação infantil, o simples brincar é educar, educar é cuidar e que avaliar o desenvolvimento do grupo onde atua e de cada criança, em particular, precisa ser feito, porém, jamais compará-las umas às outras, compreendendo que cada uma delas carrega histórias de vida e ritmos de desenvolvimento próprios.


CONCLUSÃO


A Educação Infantil precisa desenvolver na criança sua capacidade de aprender a aprender, de pensar, conviver num ambiente democrático, fazendo-a sentir-se segura e acolhida no ambiente escolar, utilizando este novo espaço para ampliar suas relações sociais e afetivas, socializar-se, a fim de construir sua autonomia, respeitar a diversidade, interagir com o meio de maneira independente, alerta e curiosa. A organização do trabalho pedagógico na Educação Infantil deve ser orientada pelo princípio básico de procurar proporcionar, à criança, o desenvolvimento da autonomia, isto é, a capacidade de construir as suas próprias regras e meios de ação, que sejam flexíveis e possam ser negociadas com outras pessoas, sejam eles adultos ou crianças. Obviamente, esta construção não se esgota no período dos 0 aos 6 anos de idade, devido às próprias características do desenvolvimento infantil. Mas tal construção necessita ser iniciada nesta etapa da vida das crianças.

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL

INTRODUÇÃO


Estudar a história da educação é fundamental para orientar prática docente. Ao conhecer as teorias, as práticas, as experiências educacionais do passado é que melhor sabemos fazer a nossa própria história. A consciência do nosso presente é diretamente relacionada com o passado. Planejar nossas aulas é fazer um balanço do que já foi feito por outros educadores e, agora, o que vamos fazer. Nossa ação é política e só terá esse status quando fruto de uma reflexão pessoal.


HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL


A história da educação no Brasil começou em 1549 com a chegada dos primeiros padres jesuítas, inaugurando uma fase que haveria de deixar marcas profundas na cultura e civilização do país. Movidos por intenso sentimento religioso de propagação da fé cristã, durante mais de 200 anos, os jesuítas foram praticamente os únicos educadores do Brasil. Embora tivessem fundado inúmeras escolas de ler, contar e escrever, a prioridade dos jesuítas foi sempre à escola secundária, grau do ensino onde eles organizaram uma rede de colégios reconhecida por sua qualidade, alguns dos quais chegaram mesmo a oferecer modalidades de estudos equivalentes ao nível superior.
Em 1759, os jesuítas foram expulsos de Portugal e de suas colônias, abrindo um enorme vazio que não foi preenchido nas décadas seguintes. As medidas tomadas pelo ministro D. José I, o Marquês de Pombal, sobretudo a instituição do Subsídio Literário, imposto criado para financiar o ensino primário, não surtiu nenhum efeito. Só no começo do século seguinte, em 1808, com a mudança da sede do Reino de Portugal e a vinda da família Real para o Brasil-Colônia, a educação e a cultura tomaram um novo impulso, com o surgimento de instituições culturais e científicas, de ensino técnico e dos primeiros cursos superiores, como os de medicina nos estados do Rio de Janeiro e da Bahia.
Todavia, a obra educacional de D. João VI, importante em muitos aspectos, voltou-se para as necessidades imediatas da corte portuguesa no Brasil. As aulas e cursos criados, em diversos setores, tiveram o objetivo de preencher demandas de formação profissional. Esta característica haveria de ter uma enorme influência na evolução da educação superior brasileira. Acrescenta-se, ainda, que a política educacional de D. João VI, na medida em que procurou, de modo geral, concentrar-se nas demandas da corte, deu continuidade à marginalização do ensino primário. Com a independência do país, conquistada em 1822, algumas mudanças no panorama sócio-político e econômico pareciam esboçar-se, inclusive em termos de política educacional. De fato, na Constituinte de 1823, pela primeira vez se associou apoio universal e educação popular - uma como base do outro. Também foi debatida a criação de universidades no Brasil, com várias propostas apresentadas. Como resultado desse movimento de idéias, surgiu o compromisso do Império, na Constituição de 1824, em assegurar "instrução primária e gratuita a todos os cidadãos", confirmado logo depois pela lei de 15 de outubro de 1827, que determinou a criação de escolas de primeiras letras em todas as cidades, vilas e vilarejos, envolvendo as três instâncias do Poder Público. Teria sido a "Lei Áurea" da educação básica, caso tivesse sido implementada.
Da mesma forma, a idéia de fundação de universidades não prosperou, surgindo em seu lugar os cursos jurídicos em São Paulo e Olinda, em 1827, fortalecendo o sentido profissional e utilitário da política iniciada por D. João VI. Além disso, alguns anos depois da promulgação do Ato Adicional de 1834, delegando às províncias a prerrogativa de legislar sobre a educação primária, comprometeu em definitivo o futuro da educação básica, pois possibilitou que o governo central se afastasse da responsabilidade de assegurar educação elementar para todos. Assim, a ausência de um centro de unidade e ação, indispensável, diante das características de formação cultural e política do país, acabaria por comprometer a política imperial de educação.
A descentralização da educação básica, instituída em 1834, foi mantida pela República, impedindo o governo central de assumir posição estratégica de formulação e coordenação da política de universalização do ensino fundamental, a exemplo do que então se passava nas nações européias, nos Estados Unidos e no Japão. Em decorrência, se ampliaria ainda mais à distância entre as elites do País e as camadas sociais populares.
Na década de 1920, devido mesmo ao panorama econômico-cultural e político que se delineou após a Primeira Grande Guerra, o Brasil começou a se repensar. Em diversos setores sociais, as mudanças foram debatidas e anunciadas. O setor educacional participou do movimento de renovação. Inúmeras reformas do ensino primário foram feitas em âmbito estadual. Surgiu a primeira grande geração de educadores, Anísio Teixeira, Fernando de Azevedo, Lourenço Filho, Almeida Júnior, entre outros, que lideraram o movimento, tentaram implantar no Brasil os ideais da Escola Nova e divulgaram o Manifesto dos Pioneiros em 1932, documento histórico que sintetizou os pontos centrais desse movimento de idéias, redefinindo o papel do Estado em matéria educacional.
Surgiram nesse período as primeiras universidades brasileiras, do Rio de Janeiro em 1920, Minas Gerais em 1927, Porto Alegre em 1934 e Universidade de São Paulo em 1934. Esta última constituiu o primeiro projeto consistente de universidade no Brasil e deu início a uma trajetória cultural e científica sem precedentes.
A Constituição promulgada após a Revolução de 1930, em 1934, consignou avanços significativos na área educacional, incorporando muito do que havia sido debatido em anos anteriores. No entanto, em 1937, instaurou-se o Estado Novo concedendo ao país uma Constituição autoritária, registrando-se em decorrência um grande retrocesso. Após a queda do Estado Novo, em 1945, muito dos ideais foram retomados e consubstanciados no Projeto de Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, enviados ao Congresso Nacional em 1948 que, após difícil trajetória, foi finalmente aprovado em 1961, Lei nº 4.024.
No período que vai da queda do Estado Novo, em 1945, até a Revolução de 1964, quando se inaugurou um novo período autoritário, o sistema educacional brasileiro passou por mudanças significativas, destacando-se entre elas o surgimento, em 1951, da atual Fundação CAPES, que é a Coordenação do Aperfeiçoamento do Pessoal do Ensino Superior, a instalação do Conselho Federal de Educação, em 1961, campanhas e movimentos de alfabetização de adultos, além da expansão do ensino primário e superior. Na fase que precedeu a aprovação da LDB/61, ocorreu um admirável movimento em defesa da escola pública, universal e gratuita.
O movimento de 1964 interrompeu essa tendência. Em 1969 e 1971, foram aprovadas respectivamente a Lei 5.540/68 e 5.692/71, introduzindo mudanças significativas na estrutura do ensino superior e do ensino de 1º e 2º graus, cujos diplomas vieram basicamente em ardor até os dias atuais.
A Constituição de 1988, promulgada após amplo movimento pela redemocratização do País, procurou introduzir inovações e compromissos, com destaque para a universalização do ensino fundamental e erradicação do analfabetismo.
A educação escolar brasileira atual é dividida em dois níveis: básico e superior. O nível básico comporta três etapas – educação infantil, ensino fundamental e ensino médio – e três modalidades de ensino – educação especial, educação de jovens e adultos e educação profissional.
Educação básica é aquela que, em teoria, deve ser proporcional a todos os brasileiros com idade entre 0 e 17 anos. O objetivo é municiar crianças e adolescente de uma bagagem de conhecimentos e habilidades essenciais para que possam exercer a cidadania e progredir no trabalho e nos estudos, posteriormente. Ela deve, também, dar condições ao educando de prosseguir os estudos numa área especifica de seus interesses, em etapas posteriores. A LDB determina que, na educação básica, a carga mínima anual deva ser de 800 horas, distribuídas por um mínimo de 200 dias letivos. O currículo deve incluir, obrigatoriamente, língua portuguesa, matemática, estudos do mundo físico e natural e da realidade social e política, principalmente do Brasil. As escolas devem oferecer, ainda, educação física, religiosa e, a partir da 5ª série, pelo menos uma língua estrangeira moderna.
Educação infantil é a primeira etapa da educação básica, oferecidas em creches e em pré – escola. Considerada uma complementação direta da ação da família e da comunidade, tem como finalidade o desenvolvimento inicial da criança do ponto de vista físico, psicológico, intelectual e social. Em 2006, aprovado o ensino fundamental obrigatório de nove anos, a educação infantil passa a destinar – se ás crianças com até cinco anos de idade. No entanto até, até 2010 mantêm – se em vigor as regras de transição, que permitem que esse nível atenda crianças até os seis anos.
O educação fundamental teve sua duração mínima ampliada de oito para nove anos pela Lei nº 11274, de 6 de fevereiro de 2006. Com a alteração, essa etapa da educação básica passa a ser oferecida às crianças entre 6 e 14 anos. As regras de transição, no entanto, dão prazo até 2010 para as escolas se adaptarem à nova regra. Constituição de 1988 estabelece que é obrigação do Estado oferecer esse nível de ensino gratuitamente.
O ensino médio é a etapa final da educação básica. Destina – se aos adolescentes com idade de 15 e 17 anos. O ensino médio ainda tem alta taxa de evasão escolar. Outro problema é a distorção de série – idade. Quase metade dos alunos desse nível de ensino tem mais de 18 anos.
A educação especial é a modalidade de ensino destinada a crianças, jovens e adultos com deficiência física ou mental, aos superdotados e aqueles que apresentam problemas de conduta. A educação especial deve ser oferecida desde infantil até o ensino superior, preferencialmente na rede regular. Nesse caso, é chamado de educação inclusiva.
A educação de jovens e adultos é destinados aqueles que não terminam o ensino fundamental ou o ensino médio em cursos regulares e na idade apropriada, a EJA foi chamada no passado de supletivo. A LDB determina que os jovens e adultos nessa situação devem ter acesso gratuito a cursos e exames que permitam a continuidade dos estudos. Os maiores de 15 anos podem fazer exame de conclusão do ensino fundamental e os maiores de 18, o de conclusão do ensino médio.
A educação profissional tem o objetivo de ajudar os jovens a se inserir no mercado de trabalho e permitir aos profissionais uma melhor qualificação. A LDB deu um novo caráter à educação profissional. Agora ela complementa a educação básica e deve ser cumprida paralela ou posteriormente a um curso regular. A formação profissional técnica de nível médio é direcionada a quem esteja cursando ou já tenha concluído o ensino médio.
O ensino superior é destinado aos alunos que complementaram o ensino médio e voltado para áreas especificas de conhecimento. Quem faz um curso superior está habilitado a praticar uma profissão ou a se dedicar à vida acadêmica ou a de pesquisador. O principal processo seletivo do país ainda é o vestibular.


CONSIDERAÇÕES FINAIS


Tendo em vista que que a educação é um dos fatores mais importantes para o desenvolvimento de uma nação, e a escola sendo considerada um centro mediador da informação, ela deve ser o centro facilitador do acesso das comunidades carentes às novas tecnologias complementaria o seu papel transformando-se em espaço da discussão, da crítica, da sistematização das informações que estariam disponíveis dentro e fora da escola.
A globalização na educação é tida como maior recurso de que se dispõe para encarar essa nova estruturação do mundo., interagindo o aluno ao desenvolvimento nas sociedades devido a necessidade de construir uma escola voltada para a formação de cidadãos, pois vivemos numa fase marcada pela competição e pela exigência em que progressos cientificos e avanços tecnológicios definem exigência nova para as pessoas que ingressarão no mercado de trabalho.

A PSICOLOGIA E A FORMAÇÃO DE PROFESSORES

INTRODUÇÃO


A Psicologia, na formação de Professores, parte dos fins da "educação” e, apostando na "promoção do ser para ser todo o ser que potencialmente pode vir a ser", vai mais além: baseando-se nos seus conhecimentos atuais, assumem a modificação cognitiva, e envereda por uma intervenção efetiva no desenvolvimento do ser humano – intencional o processo educativo em termos de ativação do desenvolvimento psicológico dos professores e dos alunos. O desenvolvimento psicológico é hoje considerado um fenômeno interativo, fruto da dinâmica processual entre as potencialidades e características individuais e os contextos educacionais em que os sujeitos, num processo nunca acabados de integração reestruturaram das suas vivências, interatua. O sujeito tem, portanto, um papel ativo muito importante na construção do conhecimento e na construção de si próprio.




A PSICOLOGIA E A FORMAÇÃO DE PROFESSORES


A psicologia encontra-se como uma das disciplinas que precisa auxiliar o professor a desenvolver conhecimentos e habilidades, além de competências, atitudes e valores que possibilitem a ele ir construindo seus saberes docentes a partir das necessidades e desafios que o ensino, como prática social, lhe coloca no cotidiano. Dessa forma, poderá contribuir para que o professor desenvolva a capacidade de investigar a própria atividade, para, a partir dela, constituir e transformar os seus saberes docentes, num processo contínuo de construção de sua identidade como professor.
O conhecimento psicológico e a teoria e prática educativa não podem ser consideradas em uma única direção. O conhecimento psicológico contribui para melhorar a compreensão e a explicação dos fenômenos educativos, porém o seu estudo deve facilitar do mesmo modo a ampliação e o aprofundamento do conhecimento psicológico. Nessa perspectiva, o fenômeno educativo deixa de ser exclusivamente um campo de aplicação do conhecimento psicológico para chegar a ser uma área da atividade humana a ser estudado com os instrumentos conceituais e metodológicos próprios da psicologia.
Nessa perspectiva, a psicologia precisa ser ensinada nos cursos de formação de professores de maneira que supere uma apresentação de um conjunto de teorias e conceitos desvinculados dos problemas reais da atividade pedagógica, o que não auxilia o professor no desenvolvimento da motivação necessária para buscar os conhecimentos e incorporá-los criativamente em sua prática pedagógica. A construção de conhecimento teórico só é possível através dos conhecimentos práticos. A teoria contribui para a experiência vivida na medida em que passa a ajudar no esclarecimento da situação onde se desenvolve. Assim, a teoria contribui para a interpretação de dados que emergem da realidade e que podem ser reforçados ou transformados.
Com isso, as disciplinas psicológicas nos cursos de formação docente representam um eixo importante na formação do professor e, como tal, deve partir das questões educacionais, tornando-as objeto de investigação, e analisá-las nas perspectivas dos conteúdos e métodos psicológicos, com foco no retorno a ponto de partida, que é, afinal, a prática educativa. Tais disciplinas devem reunir psicologia e educação em unidades dialéticas de ação e reflexão que se personificarão nas decisões do professor para favorecer e direcionar o desenvolvimento e a aprendizagem do aluno. Traduzir-se-á em atividade concreta e inteligente do professor permitindo e impulsionando a relação teoria e prática.
Os compromisso da psicologia com a educação está relacionado com a nossa posição sobre o papel da educação e dos educadores na sociedade. Ela não acontece no interior do conhecimento psicológico, mas na consciência política e ética de cada um. Dessa forma, o ensino crítico na psicologia passa muito além da simples escolha de referenciais liberais ou sócio-históricos em relação aos conteúdos que serão abordados na formação. Passa, principalmente, pelas possibilidades que nosso ensino oferece aos professores de conquistarem a condição de sujeito, cerne de validade na ação e reflexão.
As possibilidades de o professor conquistar a condição de sujeito de seu pensar e de seu agir, compreendendo também que o alcance e o exercício dessa condição viabilizarão efetivamente uma visão crítica frente às contribuições da psicologia para a educação. Para formarmos professores sujeitos é necessário propiciar variados instrumentos teóricos de interpretação da realidade para que as decisões quanto à prática pedagógica sejam respaldadas no conhecimento e na consistência da crítica. Além desses instrumentos teóricos, também é necessário que os professores desenvolvam recursos pessoais que lhes permitam conquistar criativamente das informações técnico-científicas disponíveis. É fundamental, ainda, que os recursos favoreçam aos professores utilizá-las no trabalho pedagógico efetivo.
A ação do professor não depende somente dos conhecimentos que possui sobre sua área e sobre seu aluno, ou dos recursos e estratégias apontadas pela literatura especializada, mas de como essas informações se articula em sua configuração subjetiva, condição essencial para que o professor possa expressar-se em uma ação pedagógica efetiva.
Entender a escola como um espaço de educação da personalidade implica um professor que possui domínio das disciplinas que ensina e dos conhecimentos pedagógicos e psicológicos que permitem efetivamente desenhar e executar as ações pedagógicas esperadas. Além disso, necessita de um conjunto de habilidades pedagógicas, essencialmente comunicativas, que lhe permita uma interação tal com o aluno, que se constitua em um espaço de comunicação efetiva para o desenvolvimento da personalidade.



CONSIDERAÇÕES FINAIS


A contribuição da Psicologia no campo Educacional é um tema cativante e desafiador que permanece atual e proporcionando estudos e pesquisas de vários e renomados cientistas. Deve-se lembrar sempre que essas contribuições precisam ser caracterizadas como um espaço de reflexão envolvendo a realidade escolar, assim como um espaço propício para a expressão das angústias e das ansiedades inerentes ao processo de formação.A Psicologia no âmbito da escolar deve também contribuir para otimizar as relações entre professores e alunos, além dos pais, direção e demais pessoas que interagem nesse ambiente.É neste contexto e neste lugar que a Psicologia poderá contribuir para uma visão mais abrangente dos processos educativos que se passam no contexto educacional.

A APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ORAL E ESCRITA

A APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ORAL E ESCRITA


As pessoas que convivem com crianças pequenas na fase em que elas começam a falar, geralmente não se dão conta do fantástico processo que está acontecendo.
A linguagem possibilita, entre outras coisas, transmitir experiências e os mais diferentes tipos de conhecimentos de geração para geração. Não há dúvida de que o processo de aquisição da linguagem é notável. Afinal, a língua e sua aquisição são duas das mais peculiares características do ser humano.
Estudos mostram, inclusive, que a apropriação da estrutura gramatical da língua se dá, gradativamente, através do jogo dialógico permanente.
Ao aprenderem a falar, as crianças passam a ver o mundo de uma nova forma. Nesse processo elas fazem uso da reflexão, buscando expressar o que pensam explicitar seus atos, sentimentos, sensações. Percebem que, por meio da linguagem, recebem um novo poder: o de comunicar tudo o que desejam as outras pessoas. Como estão em fase de descobertas, querem aprimorar ainda mais a linguagem. Para isso, falam o tempo todo de suas experiências, descobertas e emoções.
Entretanto, nem sempre a criança encontra no adulto um interlocutor atento, interessado em ouvir seus relatos ou informações. Por vezes, considera ele que é mais cômodo falar, tirar conclusões pela criança. Com esse tipo de atitude, o adulto interfere de forma negativa no processo de construção da linguagem da criança e, assim, poda os seus sonhos, desejos, criatividade e vontade de se expressar. Dessa forma, descaracteriza-se na criança a condição de sujeito que pensa e que age com autonomia, movida por determinada intenção. Cabe à escola evitar que isso aconteça. A partir das situações comunicativas vivenciadas pelas crianças, de suas experiências no grupo familiar e na comunidade, os professores precisam ensinar a elas o exercício de adequação aos contextos comunicativos, considerando os diferentes interlocutores e as intenções de natureza diversa.
Para alcançar esse objetivo à escola deve planejar ações pedagógicas que garantam atividades sistemáticas de fala, escuta e reflexão sobre a língua. Compete ao professor oportunizar as crianças condições de ocuparem seu espaço nas mais variadas situações de intercâmbio oral, visando principalmente incentivá-las a construir um repertório de palavras, expressões verbais e frases com as quais poderão comunicar-se. Em um clima de confiança, respeito e afeto em que as crianças experimentem o prazer e a necessidade de se comunicar apoiadas na parceria do adulto é fundamental.
A participação das crianças em situações significativas de leitura e de escritura é fundamental para que elas percebam para o que serve a linguagem escrita. Ao chegar à escola, essas crianças já fizeram importantes descobertas sobre a língua escrita e se encontram numa fase adiantada do seu processo de alfabetização. No início do referido processo, o professor torna-se o escriba do aluno, que utiliza a linguagem oral para ditar seu texto. Depois, o aluno começa a participar do processo de escrita, registrando com o professor coisas que deseja pôr em seu texto e/ou escrevendo seu nome para indicar a autoria do texto. Todavia, é preciso lembrar que a língua escrita deve ser trabalhada na perspectiva da significação, na qual as palavras adquirem sentido no processo de interlocução. O texto oral e escrito, enquanto unidade de sentido será o centro do processo de trabalho com a escrita, pois é nele que a palavra alcança amplas possibilidades de significação. A escrita deve ter significado para as crianças, sendo vista por elas como uma forma de comunicação necessária e relevante para a vida.
O domínio da linguagem surge do seu uso em múltiplas circunstâncias, nas quais as crianças podem perceber a função social que ela exerce e por meio destas aquisições, desenvolverem diferentes capacidades, desse modo, a aprendizagem da linguagem oral e escrita é um dos elementos mais importantes para que as crianças ampliem suas possibilidades de inserção e participação em práticas sociais diversas. O trabalho com a linguagem se constitui em um dos eixos básicos na educação infantil dada a sua importância para a formação do sujeito, para a interação com as outras pessoas, na orientação das ações das crianças, na construção de muitos conhecimentos e no desenvolvimento do pensamento. A aprendizagem da fala, não se dá em desarticulação com a reflexão, o pensamento, a explicitação de seus atos, sentimentos, sensações e desejos, de modo que, a construção da linguagem oral, implica na verbalização e na negociação de sentido.

CULTURA E SOCIEDADE

ETNOCENTRISMO UM DESAFIO PARA O PROFESSOR


Etnocentrismo é uma visão do mundo de onde o nosso próprio grupo é tomado como centro de tudo, e todos os outros são pensados e sentidos através dos nossos valores, nossos modelos, nossas definições do que é a existência.O comportamento etnocêntrico é aquele pelo qual o individuo analisa, avalia e julga os procedimentos dos outros grupos, dos quais ele não faz parte, a partir de seu próprio mundo, de seus hábitos, modelos e critérios.
Muitos dos atuais métodos educacionais estão construídos com base num conceito de ensino que está longe de ser claro. Os métodos propostos são de alguma maneira confusa, e de difícil aplicabilidade longe da realidade no cotidiano escolar. Se for verdade que as nossas atividades dependem do modo como às vemos, das nossas crenças à cerca delas, então, se tivermos idéias estranhas e esquisitas sobre o que é ensinar, será provável que, sob esse nome, façamos coisas estranhas e esquisitas. É muito difícil passarmos o conhecimento nos despindo de nossas crenças e valores, de maneira neutra; se certos conceitos estão incutidos em nós. Para o professor fica um peso muito grande, pois na escola temos alunos das mais diferentes origens, e cada grupo se acha melhor ao outro, único; e a verdade trazida por si é absoluta. Como discutir isso em sala sem gerar conflitos entre os grupos? Não existe uma categoria antropológica que caracterize melhor a relação dentro da escola do que o etnocentrismo.
Etnocentrismo é uma atitude onde visão ou avaliação de um grupo social é feita a partir dos valores do seu grupo gerando uma conclusão preconceituosa, pois um grupo étnico sempre se considera superior ao outro. E para cada um, uma ideologia contrária a sua é considerada uma espécie de afronta, falsidade, ameaça.
O etnocentrismo gera grandes problemas por todo o mundo, como grandes conflitos religiosos, preconceito racial. Na sociedade há uma segregação entre grupos, pois o grupo do "eu" se acha superior ao do "outro" e simplesmente o exclui. Tudo isso que se observa nas relações sociais ocorre no universo escolar.
E também na sala de aula, pois também nesse espaço ocorrem relações conflitavas e se manifestam divergências entre os grupos diferentes. Se conversarmos com um professor veremos como os alunos são etnocêntricos e que manifestam isso freqüentemente nos mais diversos momentos da escola. A exemplo, um aluno novato na sala, ele primeiramente é conhecido só como "novato", é muito difícil para ele se entrosar com grupos pré-estabelecidos e muitas vezes se relaciona com outros novatos, caso isso não ocorra à formação de grupos de trabalho e a execução alguma atividade escolar cotidiana é inviável. A manifestação das diferenças, no ambiente escolar, deveria ser vista como elemento educativo, mas tornasse um elemento provocador de maior divisão, pois, a partir da postura etnocêntrica, o diferente não é visto como alguém que possa acrescentar valores, informações, mas é visto como alguém que deve ser evitado. Assim sendo, o "eu" relaciona-se com seus iguais negando os diferentes e as diferenças. A tendência é nos aproximarmos dos nossos iguais ou dos conhecidos afastando-nos dos diferentes ou estranhos. Essa situação pode ser comprovada, em sala de aula, na medida em que os professores propõem trabalhos em grupo, alterando as relações e grupos em "panelinhas" já formadas: ocorre uma forte resistência, por parte dos estudantes.
Uma postura do professor que deveria ser banida é a de fazer o juízo de valor de certo grupo de alunos, quando, por exemplo, durante a aula as conversas paralelas atrapalham a sala, o grupo dos "aplicados" o professor toma partido do grupo dos bons alunos, briga com os "alunos problema" aumentando a "rivalidade" existente entre eles gerando conflitos, o certo seria a observação da situação, e fazer o que a perspectiva antropológica propõe que é a relativização, a contraposição do etnocentrismo, pois quando compreendemos o "outro" nos seus próprios valores e não nos nossos: estamos relativizando. Enfim, relativizar é ver as coisas do mundo como uma relação capaz de ter tido um nascimento, capaz de ter um fim ou uma transformação. Ver as coisas do mundo como a relação entre elas. Ver que a verdade está mais no olhar que naquilo que é olhado. Relativizar é não transformar a diferença em hierarquia, em superiores e inferiores ou em bem e mal, mas vê-la na sua dimensão de riqueza por ser diferença.
O desafio maior para o docente é promover interações dos grupos diferentes, perceber que pessoas diferentes, costumes diferentes possibilita novas coisas a se aprender. Esse tipo de postura da escola é muito difícil.
O Etnocentrismo não se encontra somente nas relações sociais entre alunos, mas também no próprio conteúdo programático, a estória ainda ensina que o "outro" e sua cultura, da qual falamos na nossa sociedade, é apenas uma representação, uma imagem distorcida que é manipulada como bem entendemos. Ao "outro" negamos aquele mínimo de autonomia necessária para falar de si mesmo. Ainda vemos nos nossos livros didáticos discursos totalmente distorcidos, etnocêntricos, que não dão ao aluno a mínima autonomia de tirar suas próprias conclusões. Pois os textos estão viciados na opinião de quem o escreveu, quando nos deparamos num livro de Geografia, por exemplo, com o Capitalismo, geralmente os textos didáticos o apontam como o grande "vilão", a causa de todas as mazelas sociais do mundo, o Capitalismo torna-se algo totalmente negativo, o aluno não consegue enxergar um outro lado, qualquer coisa positiva no Capitalismo, e cria uma aversão a esse sistema e a certos países, como os Estados Unidos. Gerando cada vez mais preconceitos.
O etnocentrismo é um fenômeno que ocorre em todos os setores da sociedade, na escola não poderia ser diferente, pois se trata de um local onde há grupos das mais variadas procedências, com hábitos, costumes, e culturas diferentes. Isso gera conflitos entre grupos sociais diferentes, porém a escola é a instituição que as pessoas atribuem grande parte da sua formação, então não pode ser permitida atitude de exclusão por parte dos alunos, e nem por próprios professores, cabe a esse vencer seus conceitos pessoais e orientar corretamente os alunos para isso. Buscando sempre melhor o convívio da comunidade escolar. Pois os docentes precisam estar cientes que a exclusão escolar é o início da exclusão social.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

O ENSINO DA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Na Educação Infantil, não deve haver preocupação com a apreensão formal dos conceitos da matemática, mas a construção de idéias básicas que possibilitem essa aquisição.
As noções matemáticas como contar, estabelecer relações quantitativas e espaciais dentre outras, são construídas pelas crianças através de interações com o meio e através das relações interpessoais. De acordo com Brito, um ambiente positivo de aprendizagem e que respeite as diferenças influencia o desenvolvimento dos alunos, o trabalho cooperativo, a auto-estima e de atitudes positivas em relação à escola.
O professor deve mediar às crianças neste processo, buscando questionar, desafiar e promover situações de incentivo às manifestações de autonomia, criatividade e verbalização do educando.
Aprender números vai muito além de saber quantificar objetos, não desmerecendo é claro sua importância no cotidiano.
As noções básicas em matemática, lógica e geometria começam ser elaboradas a partir dos 4,5 anos de idade, portanto é vital que a base seja sólida, bem construída e bem trabalhada, para que nela se assentem os conhecimentos matemáticos futuros. Mas é importante lembrar que estimular o raciocínio lógico-matemático é muito mais do que ensinar matemática é estimular o desenvolvimento mental, é fazer pensar.
Nesse contexto, o professor possui uma função importante que é propiciar às crianças um ambiente em que possam explorar diferentes idéias matemáticas, que não sejam apenas numéricas, mas também referentes à geometria, às medidas e às noções de estatística, de forma prazerosa e que possam compreender a matemática como fator inserido na vida: É preciso que as crianças sintam – se participantes num ambiente que tenha sentido para elas, para que possam se engajar em sua própria aprendizagem. O ambiente da sala de aula pode ser visto como uma oficina de trabalho de professores e alunos podendo transformar – se num espaço estimulante, acolhedor, de trabalho sério, organizado e alegre.
Aprender matemática em qualquer nível de ensino vai além de apenas aprender técnicas de cálculo. É desenvolver um raciocínio lógico, tendo a capacidade de pensar e se expressar matematicamente, interpretar dados, resolvendo problemas e criando estratégias.
Sabemos que as crianças possuem necessidades distintas entre si, por isso não podemos fornecer “receitas mágicas” para o ensino de matemática, mas podemos oferecer sugestões de atividades que podem ser recriadas e modificadas, de acordo com a realidade em que está sendo trabalhada.

PRODUÇÃO DE TEXTO










































quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Laboratório de Informática


Laboratório de Informática

Idade:
4 e 5 anos

Duração da atividade: 2 horas

Objetivos específicos: Desenvolver a capacidade de memorização, ativar a capacidade de observação e atenção.

Conteúdos: Através das atividades como jogo da memória, quebra-cabeça, e historias on-line a criança demonstrara interesse em preservação do meio ambiente.

Materiais didáticos: papel e lápis para anotar os passos de como jogar.

Ação educativa: Encaminhar as crianças para o laboratório de informática, ajudar a encontrar o site relacionado à importância da água na vida das pessoas. Mostrar como se joga e deixar que a criança por si só aprenda as regras.

Avaliação: Avaliar o desempenho da criança diante do computador, sua coordenação motora, capacidade de memorização.

Endereço do site:
http://www.tvcultura.com.br/

OBS: plano de aula desenvolvido por Lidiane e Silvana Zanella.

Pequenos Animais de Jardim

TEMA: Pequenos Animais de Jardim

Objetivos de Conhecimentos: Estabelecer relações entre características e comportamentos dos seres vivos e condições do ambiente em que vivem; Perceber diferenças e semelhanças entre alguns animais que habitam o jardim.Formular perguntas e suposições sobre o assunto de estudo; Buscar e coletar informações por meio da observação direta e indireta.

Procedimentos Metodológicos:

1º momento:
Roda de conversas – Tema – Bichinho de Jardim1. Que tipo de animais podemos encontrar no jardim?2. Há animais dentro do solo?3. Há animais que visitam as flores?4. Embaixo de pedras, em cascas de árvores velhas, há animais?5. Há animais na água? E no ar?

2º momento:
Observação:
• Exploração de campo;
- jardim da escola;
- jardim da casa da criança.

3º momento:
- Confecção da lista de animais;
- Classificação produzida pela classe.

4º momento:
• Escolha do animal

5º momento:
- Divisão do campo de observação:
• Habitat;
• Hábitos;
• Anatomia;
• Fisiologia; - Registros – elaborados pelo grupo; - Desenhos.

6º momento: Sistematização dos conhecimentos; Classificação.

Avaliação: A avaliação será feita pela participação e interação do grupo, na capacidade de desenvolvimento do trabalho.

Batalhas Numéricas

Tema: Batalhas Numéricas

Faixa etária:
0 a 6 anos

Objetivos:
• Dominar progressivamente a leitura e a ordem dos números.
• Comparar e ordenar números com diferentes quantidades de algarismos.Conteúdo
• Ordenação de números.
• Regularidades do sistema numérico.
Organização da sala Dois, três ou quatro jogadores.

Materiais necessários:
Batalha Simples: cartas numeradas em seqüência, com intervalos variados (de 1 a 30, de 100 a 150 ou até com centenas e milhares).
Batalha de Composição: cinco jogos de cartas numeradas de 0 a 9 (50 cartas).
Desenvolvimento:

Atividade 1
Comece com a batalha simples. Distribua as cartas e explique as regras: cada um faz um monte com as faces numeradas para baixo. Todos viram ao mesmo tempo a que está por cima e discutem quais é a maior. O vencedor leva as cartas e as junta ao monte. O jogo termina quando apenas um jogador tiver cartas.

Atividade 2
Depois de várias partidas escreva numa folha: "Observe as cartas dos participantes de um jogo de batalha: Pedro (21), Giovanna (9). Quem ganhou? Como decidiu?". Entregue uma cópia para cada criança e, depois das respostas, promova um debate.

Atividade 3
Você pode bolar diversas variações para a atividade anterior, com números que permitam analisar outros critérios de comparação: 2345 e 57 - diferentes quantidades de algarismos (quanto mais algarismos, maior o número). 34 e 74 - igual quantidade de algarismos, mudando apenas o da dezena (o primeiro é que manda). 57 e 53- igual quantidade de algarismos, mudando apenas o da unidade (se o primeiro da dezena é igual, o segundo manda). 67 e 76 - mesmos algarismos e na mesma quantidade, mudando apenas a posição (valor posicional). 121 e 89 - quantidades diferentes de algarismos, sendo que o que tem mais apresenta os de menor valor (relação entre o valor absoluto dos algarismos e a posição ocupada por eles).

Atividade 4
Quando esse jogo ficar fácil sugira a Batalha de Composição: forme um monte de cartas no centro da mesa deixando as faces numeradas para baixo. Cada jogador vira três e tenta montar o maior número possível. Com os arranjos prontos, o grupo discute qual é o maior. O ganhador leva as cartas. Vence quem finalizar com a maior quantidade delas quando acabarem as da mesa.

Avaliação: Observe se a turma utiliza critérios de comparação válidos para produzir ordenamentos e peça sempre que justifiquem as respostas.

A brincadeira e a matemática


A brincadeira e a matemática

Faixa etária:
0 a 6 anos

Objetivos:
Desenvolver coordenação motora e habilidades matemáticas
Estimular coordenação motora e lateralidade;
Trabalhar números em ordem crescente e decrescente;
Desenvolver a concentração e percepção;
Identificar e nomear cores e formas geométricas;
Reconhecer números de 0 a 10.

Conteúdos:
Reconhecimento dos números

Materiais:
Corda, caixas grandes, objetos com formas geométricas como cd, jornal amassado, régua.

Atividade 1: Amarelinha
Como toda brincadeira a amarelinha é uma atividade diária em todas as escolas, colocar estas atividades para as crianças vai ser uma atividade prazerosa e rotineira, mas com a ajuda da professora isso ficará mais interessante. Desenhe no chão amarelinha tradicional, só que as crianças terão que pular e contar ao mesmo tempo com a ajuda de todos, quando todas as crianças tiverem pulado a amarelinha, troque os números pelas formas geométricas e comece a brincadeira;
Atividade 2: Pular corda
Nesta fase a criança ainda está aprendendo a lidar com a coordenação motora, e pular corda ainda é uma brincadeira desafiadora, incentivar o jogo fará com que a criança sinta confiança.
Comece a rodar a corda e contar do 0, quando a criança errar entra outra a continua a contar do numero que a criança anterior errou até chegar ao número 10, quando chegar ao 10 comece do 0 outra vez.

Atividade 3: Circuito
Monte um circuito com pneus velhos, escorregador, corda e tudo mais que a sua imaginação, o espaço e materiais permitirem. Enumere os circuitos de 1 a 10, de modo que as crianças sigam a seqüência, o objetivo desta brincadeira é desenvolver a percepção, concentração e coordenação.

Atividade 4: Formas Geométricas
Nesta brincadeira você vai precisar de duas caixas grandes, objetos com formas geométricas como cd, jornal amassado, régua e etc. cada caixa vai ficar em um lado da quadra, uma com todos os objetos e a outra vazia. Peças para as crianças procurarem todos os objetos com a forma geométrica pedida e de uma a uma colocar na caixa vazia.

Avaliação:
Observe os avanços e mude os desafios à medida que as crianças forem chegando mais facilmente às respostas corretas.

Plano de Aula


Tema: AS CORES DAS FLORES

Objetivos: Levar a criança a perceber as diferentes cores das flores, nomeando as tonalidades e ampliando dessa forma seu repertório visual, oral e perceptivo em relação ao mundo que a cerca.

Conteúdos: Apreciação de reproduções de pinturas onde aparecem flores; Pintura

Metodologia da ação pedagógica: Organizar as crianças em pequenos grupos (4 ou 5), dando a cada grupo um kit de pintura: potes de tinta de cada uma das cores (é melhor que esses potes tenham a base larga para não entornar)
Um pote de água (para lavar os pincéis quando for trocar a cor da tinta) 4 ou 5 pincéis (um para cada). Um pedaço de pano para cada criança do grupo (para secar o pincel depois de lavá-lo). Um pedaço de cartolina branca para cada.
Copinhos de café (para aqueles que quiserem fazer mistura das tintas produzindo outras tonalidades).
Antes de explicar a proposta de pintura propriamente dita, o professor deverá explicar como se pega no pincel, como se faz quando se quer trocar a cor da tinta (lavar o pincel e secá-lo no pano antes de colocá-lo no pote da outra cor), como se fazem as misturas de cor usando os potinhos de café descartáveis.

Materiais necessários: Cartolina branca (metade de uma folha para cada criança). Tinta guache nas cores azul escuro, amarelo forte, vermelho, branco e preto. Potes plásticos (potes de sorvete de 2lt, por exemplo) com água. Pincéis de cerda redonda n. 24 (mais grossos). Pedaços de pano (para enxugar os pincéis durante a pintura). Copinhos de café descartáveis para se fazer às misturas de tinta. Livros de arte.


Plano de atividade:
1º momento: Perguntar que crianças possuem flores em suas casas? Que tipos de flores eles conhecem? Quais são as cores dessas flores? Fazer uma apreciação pessoal das pinturas antes de apresentá-las às crianças, de forma a criar uma intimidade com o tema. Apresentar essas reproduções a partir dos livros de arte.
Conversar sobre as flores que aparecem em cada um desses quadros, conversar sobre suas cores, contar quantas cores de flores diferentes aparecem nos quadros. Quais as tonalidades de azul, de verde, de amarelo, etc. E também quantos tipos de flores diferentes aparecem. Explorar o conhecimento das crianças sobre o tema, perguntando quem conhece flores diferentes daquelas apresentadas, onde elas estão, quem tem um jardim em casa, quem já foi numa floricultura.
Conversar também sobre a forma dos vasos que aparecem nas pinturas.
2º momento: Fazer um lindo vaso de flores com as cores de tinta oferecidas (puras ou misturadas).
Lembrar dos formatos de vasos vistos nos quadros e inventar um vaso bem bonito.
3º momento: Quando as pinturas estiverem secas, o professor fará uma exposição das mesmas no mural e fará uma roda de apreciação com as crianças. Qual é o maior e o menor dos vasos expostos? Quantas flores aparecem em cada uma das pinturas? Qual o mais colorido? Qual o que usou menos cores?
É importante nesse momento o professor conduzir essa apreciação de forma a não emitir nenhum juízo estético ou de valor.

Avaliação: Observar como as crianças respondem às normalizações (como lavar pincéis, misturar as cores no potinho, etc.) dadas antes da pintura para poder reforçar alguns pontos numa próxima atividade.
Observar a forma como distribuem a tinta no papel, as misturas que fazem, as cores escolhidas, para planejar outras propostas a partir daí.

Formigas trabalhadoras


TEMA: Formigas trabalhadoras

Objetivos: Conhecer a rotina de um formigueiro e sua organização social. Promover o contato com a natureza.
Anos
5 anos

Procedimentos Metodológicos:
Visite um jardim para que os pequenos observem as formigas e contem o que sabem sobre elas. Pedir-lhes que observem com atenção tudo em volta. O professor deve falar sobre, os tipos, onde vivem, os hábitos das formigas.
Avaliação:
Avalie os conhecimentos que as crianças tinham a respeito do assunto antes e o que sabem agora. Elas devem saber as funções ocupadas pelas formigas e as diferenças entre as apresentadas em livros infantis e as reais. E têm de ser capazes de comparar as operárias, os soldados e a rainha com a sociedade humana, ressaltando diferenças e semelhanças.

Plano de Aula: Matemática



Números grandes para os pequenos

Faixa etária:
0 a 6 anos

Objetivos:
• Registrar números.
• Aprender a escrita numérica.

Conteúdo:
• Sistema numérico.

Materiais necessários:
Tabela numérica, jogo de percurso com dois dados, objetos para colecionar ou materiais escolares.
Desenvolvimento:
Atividade1
Entregue uma folha em branco para cada criança anotar os números que você ditar da forma como acha que são. Se uma olhar a do colega, apenas anote que copiou. Se achar que duas produções ficaram muito parecidas, chame os autores e pergunte com tranqüilidade se eles fizeram juntos. Escolha números com diferentes características para o ditado.- "Opacos": aqueles que não explicitam, em sua forma oral, o princípio aditivo e multiplicativo do sistema de numeração: do 1 ao 15.- Redondos: 10, 20, 50, 90, 100, 1000.- Os que explicitam as relações aditivas e multiplicativas: 86 (80 mais 6), 134 (100 mais 30 mais 4) 100 000 (100 vezes 1000).- Familiares: os de uso social freqüente, que aparecem nas notas de real (100, 50, 20, 10, 5, 2 e 1), moedas (25) e datas (2006, 2007).- Os que podem ser compostos com base em outros já ditados: 150 (se você já ditou o 100 e o 50).- Com algarismos iguais: 555, o que pode levar os pequenos a fazer algum tipo de variação na escrita dos algarismos em função de seu valor posicional (500505).- Os que são formados pelos mesmos algarismos de outro já ditado, porém invertidos: 52 e 25. Repita essa atividade várias vezes.
Atividade 2
Fixe uma tabela numérica na parede. A seqüência pode ser organizada de 10 em 10 (do 1 ao 10 na primeira linha, do 11 ao 20 na segunda etc.) para facilitar a identificação das regularidades. Escreva os números com traços simples, sem desenhos. Ela deve ser consultada quando for preciso lembrar a escrita ou recordar a série. Para estimular o uso, sugira que os pequenos escolham um número e recitem todos os outros até chegar nele, quando param de contar e tentam escrevê-lo. Outra opção é pedir que as crianças façam uma consulta quando não souberem nomear um algarismo. Também nesse caso elas contam sobre a tabela até encontrar a escrita desejada e descobrir o nome.
Atividade 3
Sugira um jogo de percurso, em que a garotada percorre uma trilha com base no número que tirou em um dado. Utilize dois dados para que a turma passe da contagem quando o pino anda a quantidade de casas correspondente ao que saiu em um dado para a sobre contagem: ao tirar 5 e 3, em vez de contar os pontos, um a um, o jogador aprende que é mais rápido partir do dado que traz o maior número e adicionar os pontos do outro, completando 6, 7 e 8.
Avaliação: Observe os avanços e mude os desafios à medida que as crianças forem chegando mais facilmente às respostas corretas.

Plano de Aula: Matemática


Jogando com números

Faixa etária:
0 a 6 anos


Objetivos:
Identificar os números e desenvolver a acuidade visual, a destreza, a coordenação motora ampla.

Conteúdo:
• reconhecimento dos números.
Materiais
• 10 folhas de cartolina colorida, cada uma com um número desenhado (0 a 9); um toca-fitas ou rádio.


Desenvolvimento:
O professor espalha as folhas num espaço delimitado. Os alunos deverão pular, saltitar, ao redor dos números, ao som de uma música. Quando o professor der a ordem e indicar um determinado número – o 5, por exemplo – todos os alunos deverão parar ao redor ou sobre a folha com o respectivo número.Variação: Essa atividade também pode ser feita com figuras geométricas, seguindo-se o mesmo procedimento.


Avaliação: Observe se a turma utiliza critérios de comparação válidos para produzir ordenamentos e peça sempre que justifiquem as respostas.

COLAGEM COM ELEMENTOS DA NATUREZA


Tema: COLAGEM COM ELEMENTOS DA NATUREZA

Objetivo: Observar os elementos da natureza. Explorar os elementos da natureza constituindo colagem. Fazer colagem.

Conteúdo: Pesquisa dos materiais e colagem.

Metodologia da ação pedagógica: Em roda, contar para as crianças que farão um trabalho de colagem, coletando material no pátio e na cozinha. Apresentar o material necessário, mostrar algumas folhas, observando a forma, cor, textura, falar do pó de café. Levar as crianças até a cozinha para conhecer a borra de café andar no pátio colhendo o material necessário.

Material necessário: Tubo de cola, toalha plástica, bandeja de isopor ou plástico rolo de espuma, pincel, elementos da natureza, folhas, grãos, sementes, casca de arvores, flores, areia, terra, colher e papelão. Plano de atividade:


1º momento: em roda, espalhar o material coletado sobre uma toalha plástica, organizando os materiais nas bandejas, na cozinha pegar a borra do café propondo que as crianças manuseiem a borra, falar sobre a unidade e que precisam deixa -lá secar. Perguntas como poderão fazer para secar. Ouvir as sugestões e acarar o máximo possível. Espalhar a borra em bandejas e secar ao sol. Depois de seca separar a borra de café em potes e distribuir colheres e bandejas para as crianças espalharem a borra de café nas bandejas.

2º momento: combinar com as crianças para fazer a colagem dos materiais coletados passando cola com rolo de espuma e depois colando os materiais. Propor uma colagem coletiva, cada criança fazer uma parte. Distribuir um papelão e sulfite para cada criança colar a cola e iniciar a colagem dos materiais. As folhas e as flores secas podem ser trituradas com as mãos e deixar secar.

3º momento: expor as colagens em lugar acessível às crianças e aos pais, conversar com as crianças, apreciando o resultado, valorizando as cores, de elementos de exploração dos materiais. Dar um título à exposição e colocar o nome de cada criança junto ao seu produto. Contar aos pais como foi realizado o trabalho.

Avaliação: A avaliação será feita pela participação e interação do grupo, na capacidade de desenvolvimento do trabalho e na dificuldade ou agilidade de manusear alguns materiais registrando todas as fases das atividades. A apreciação da exposição traz indícios de exploração e contribui para apuração do olhar de todos os envolvidos e a reflexão sobre a preservação da natureza.
 
©2007 '' Por Elke di Barros